Retaliação, Represália e Processos

Em Poços de Caldas prefeitura promove o terror contra a ONG

Bastou duas edições de jornal e o lançamento de um novo periódico para a prefeitura impetrar processos contra a ONG Solidariedade Social.

A entidade que faz parte da REDE AMARRIBO de combate à corrupção em administrações públicas, tornou público denúncias que fez a Polícia Federal e ao Ministério Público sobre possíveis irregularidades na prefeitura de Poços de Caldas.

O movimento que já ganhou a adesão de empresários, funcionários públicos e da comunidade provocou a ira de alguns agentes públicos que trataram de espalhar o terror psicológico, perseguição a funcionários públicos e possível represália para empresas que aderirem ao movimento. Na cidade do “medo” nenhuma gráfica quis realizar a impressão do jornal da entidade intitulado “O Trombone”. Funcionários públicos identificados pelos “aspones” do prefeito estão sofrendo ameaças e possíveis transferências de setor.

A Solidariedade Social não conta com a agilidade da justiça local na defesa dos seus direitos. O mesmo não ocorre com os prazos da prefeitura quando esta ingressou com ação cominatória para cassar o jornal “A corneta”, que fazia humor e crítica aos atos dos agentes públicos locais.

Até vereadores da “situação” ameaçam a retirada do título de utilidade pública da entidade, por conta da mesma apresentar a população todas as irregularidades cometidas pelo prefeito e seus secretários.

A entidade ganhou força e o movimento de combate a corrupção já aderiu a participação de cidade vizinha, como o município de Caldas que através de um representante local agendou visita a sede da ONG.

*Luciano Vieira da Silva - Secretário Executivo ONG Solidariedade Social

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